Semeei hoje de madrugada abraços frescos, daqui a seis semanas, quando os colher envio-te um ramo deles, para que não te faltem. Enquanto isso, chove torrencialmente dentro de mim.
Creio na metamorfose sem data que a defina e nos dias não numerados do meu coração. Na verdade, gosto dos velhos dias iludidos de que são novos, "como à gente".