Levas contigo as gargalhadas que rimos, as vezes que te fiz rir dizendo ser o melhor bailarino do mundo, os mergulhos alentejanos, boas conversas, o abraço disponível, as almoçaradas e a disponibilidade de me receberes sempre de olhos brilhantes, a simpatia, e até o encanto do reencontro há umas parcas semanas atrás. É-me difícil entender a decisão, não ter certezas nem respostas, a tua vida na sua juventude, o teu menino. Haverá sítios que irei, que te vou ver por lá em forma de recordação e saudade. Ficarás a fazer parte. Abraço eterno, Manel!