a mais mísera forma de amor
Somos a mais mísera forma de amor, A forma mais afortunada de não sermos se não o querer e a quietude, Sem elaboração terrena, Na difícil realização despretensiosa, De ser apenas amor de amor. Somos a mais mísera forma de amor, Na grandeza de um céu-aberto, Que por ser misero é abundante, Numa forma de amar cheia e abonada, De um amor cálido tão raro.