Metamorfose da experimentação
" ... e na confusão de não ser de acordo com a tua opinião começa o impiedoso ataque. Antes fora o convencimento. Antes não fora o entendimento. Sobram os olhos cheios de nada e o silêncio de uma boca cerrada pela raiva da razão. O andar é outro e a razão não é nunca o singular dela própria. As mãos agora gélidas já não são o plural do sonho. Tudo volta a ser igual. Tudo será verdadeiramente diferente. Sou acrescentado a cada dia. Acumulado. Nada se me retira quando feliz fui, quando adormeci sem esperar pelo sono. Nada é, nada será nunca igual. É a metamorfose da experimentação..."