A cor da pele das pessoas não se repete, a igualdade e as diferenças não são propriedade, o arco-íris faz livres as raças de preconceito, todos aperfilhados pela paz e pelos ventos.
Todas as divisões da minha casa estão cheias de mim, em todas há o meu silêncio, a minha música. Da janela onde me debruço, o mundo cabisbaixo teme pela renovação de Abril.