Perco-me nos corredores intermináveis de raciocínios que me levam ao teu rosto
A destruição criativa das madrugadas em prol da normalidade de um sono induz-me à reflexão. Subo as escadas de Fevereiro em direcção à soma de mais um ano de vida. O crepúsculo da vida esta morto. Cada dia mais, aprendo a ler. Cada dia mais confisco o olhar. Cada dia menos, sou palavra. Cada dia mais, sou a alegria do silêncio. Cada dia menos o burburinho me embriaga. Perco-me nos corredores intermináveis de raciocínios que me levam ao teu rosto. Tenho o teu cheiro a dançar ao vento. É visceral o que me eleva nas madrugadas.
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