Um dia junto à terra será pó.
Liberdade
Mentira, sedução, não pára, não se dá sem razão.
Quero-te!
Juro te que a dois vou voar e aterrar naquela terra, onde o cheiro que é dado e retirado, se derrete em suor transbordado.
Estoria de um corpo que de vírgula sem ponto me fez assim perecer destas guerras de amargura, outrora prometida ternura deixou assim de caminhar na ruela prometida que a ferros foi parida, e me disseram, que sem medo me desse todo entre beijos pequenos e toques grandiosos de loucura, sem tempo nem idade me juraram liberdade.
Liberdade prometida e adiada, nas garras de um condor onde se crava a vida, e se demite responsavelmente o amor guardado na gaiola das decisões céleres e responsáveis.
Tiram-me a vida???
Sou tão preso que faz dó, e afinal não passo de um ser, que um dia junto à terra será pó.
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