Trinómio causa/efeito/consequência

 


Somos o resultado daquilo que conhecemos, verificando isso logo nos apercebemos da equidistância ao conhecimento.

 

Afastarmo-nos das velhas, poluídas e impostas ideias de pensar e sentir pode ajudar-nos na felicidade?

 

Viver, no fundo é um conjunto de regras socialmente aceites, de nos comportarmos ou pensarmos. Isso afasta-nos muitas vezes da nossa própria essência. Anula-nos a massa critica e “encarneiramos”. Choramos ou rimos pelo efeito catarse. “Emprenhamos pelos ouvidos” como diz o povo. Parar, para nos afastarmos dos conceitos impostos e darmo-nos a oportunidade à diferença, é sempre aos olhos dos outros motivo de julgamento, o que nos atinge e refreia.

 

Somos espontâneos no nascer e no morrer. Nos intervalos afastamo-nos de uma essência que afinal é a autenticidade e a genuinidade. Depois há os acessórios que nos englobam, as marcas, a “boa onda”, o fazer parte de qualquer coisa, sem sequer sabermos do que fazemos parte. Ignóbil esta vivência disfarçada. As respostas ao que necessitamos está dentro de nós, afastarmo-nos da árvore dar-nos-á a visão da floresta. O distanciamento é assim essencial ao intra conhecimento. A incoerência de viver tornará coerentes as nossas decisões. A experimentação por tentativa e erro, fará do trinómio causa/efeito/consequência a segredo da bem-aventurança.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Blogger Cardílium

O pai natal foi um filho da puta

Prestianni - viva todas as cores !