Lezirao
Sublime a voz roufenha que deténs quando te vens. Quando me pedes para te possuir devagar para sentires o burburinho que se exalta no meu corpo e as vozes que gritam no meu coração. Como eu gosto de ver transfigurada a tua cara de prazer. O ar selvagem nas pontas dos teus dedos apertados e arranhados no lençol que nos envolve. As palavras que inventas sem prévios ensaios. As funções dos nossos corpos suados e fundidos. Como eu guardo a ultima vez que te despi devagar sem pressa de te desnudar, fazendo de cada vez única e última. Fazendo da próxima vez a primeira…. irrepetível.
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