Amor = (M+PI+X) K
Separei-me do meu corpo ao acordar. Um sentimento de acordar cansado depois de o meu ser terreno ter adormecido a minha alma viajante e madrugadora. Saí em agitação e destino. Viver separado de mim mesmo cansa-me. Acredito cada vez mais na junção da racionalidade com a emoção. Provavelmente não são campos tão díspares como um dia julguei serem. Acredito no resultado dos testes paramétricos, no desvio padrão, nos arquipélagos de clusters e no coeficiente de simultaneidade.
O amor pode ser segundo Eduardo Punset = (M+PI+X) K … faz sentido.
Sendo o M amor maternal, ausência de medo, felicidade, protecção e infância. O PI o amor parental. O X o sexo, vezes a envolvência que é K mais as nossas experiências. A equação do que é a vida e as nossas experiências transactas são o nosso património e a preparação ou não, para o amor, sem a desvirtualização constante do conceito. Gosto de me cansar de volta disto, e ter momentos de paz com o resultado, antes de inevitavelmente de voltar a questionar-me. Não questiono nada nem ninguém. Questiono-me a mim, porque em mim haverá sempre conclusões e respostas. Haverá sempre dúvidas e questões, mas nunca haverão resultados negativos.
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