As bocas, as mãos, a vontade e as palavras … entendem-se.
As bocas que não dizem as mesmas palavras,
Não são dos mesmos beijos,
E a pele não se confirma na outra.
As mãos que não estremecem,
São as que ficam quietas,
Na tremura de um abraço.
O beijo que enche a alma,
Brota dos lábios que sabe a lua,
E da boca que declara o mesmo desejo.
As bocas, as mãos, a vontade e as palavras … entendem-se.
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