Crença esvoaçada

Entre os meus dedos vive a saudade das tuas mãos,
A crença esvoaçada,
Destemida e ausente,
Vive no tempo.

Sobrevivo aos pedaços de alegria de outrora,...
Dilacera-me este fogo vivo de me querer amotinado.

Sempre foi o vento que me refrescou o peito,
Sempre foi o mar que me embalou o sono,

Sinais perdurados,
Fascínio perpetuado,
Da saudade que existe nos meus dedos … das tuas mãos.

 

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