A lua para no meu leito
- E se os dias nunca mais se soltassem dos teus lábios?
- E se a normalidade dita deformidade se alterasse entoada por quem nunca ousou arriscar enamorar-se pela lua?
- E se a alma que se transfigura em cada sugestão que entoa consentida pela fantasia antítese do sonho renovado, não se actualizasse a cada dia?
- E se os dias constituídos por feitiço nunca mais me soubessem a delírio?
. . . Se a lua para sempre adormecesse no meu leito, eu seria mais luar no meu sorriso do que pranto no meu peito!
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