A infelicidade da normalidade

O quotidiano esperançado de felicidade que não se põe com o sol e os submissos afazeres que não nascem com a madrugada, a espera do desespero que desespera, os começos recomeçados de finais que foram reinícios de novos dias, não se expõem com frequência à felicidade.


Chamo a isto a infelicidade da normalidade com uma comissão agendada de futuras lágrimas.

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