refugiados
Os países habitam o mundo,
Os povos habitam a paz,
As mãos dão-se aos homens.
As cores misturaram-se no mar.
Nas dunas jaz o poder,
Do direito ao capital,
Que faz o mar doar à praia,
Pedaços de morte brutal.
E fazem-se teorias dementes,
Nas mentes dos homens doentes,
Que se acha até normal,
Rejeitar pessoas que são gente.
E apelidam atordoados,
Mais morte para os refugiados,
Que têm filhos iguais,
Aos deles, mentes castrados.
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