Dentro destas torres fortifica o meu peito

Dentro destas torres fortifica o meu peito,
O que sinto,
O que sou,
O alvará que me habilita,
O testamento que me atesta.


 



A noite cai,
O dia não a espera,
Em cada mão o destino não entardece,
Em cada passo meu outro retomará o anterior,
A cada dia outro lhe tomará o lugar.


 


Desigual, habito um lugar meu, sem possibilidade de retoma.


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