fora de horas
os dias superam,
juntam e somam as árvores,
na beira da estrada a sombra abate-se,
crescem os dias,
a noite acontece,
já fora de horas a maré esvai-se,
como uma mãe que abraça e reprende o céu salpicado de nuvens e pássaros.
as vinhas nos socalcos rasgados pela pedras e pelo rio,
o frio de janeiro aguarda resistente um maio resiliente,
esperançado de um abril,
quase desistente.
Fico contente por manteres o blog, perdi te do facebook.
ResponderExcluirGosto de te ler!
Beijinho