Quando o corpo cede segura-me a alma

Quando o corpo cede segura-me a alma,
Quando cede a alma segura-me o que vivi,
Quando cedo como um todo seguram-me os amigos,


E assim retorno ao amor excluindo eu próprio incapaz de me querer bem quando mais preciso de mim,



E assim retorno ao meu corpo,
À minha alma,
Ao meu amor,


Entre um bule de chá, um abraço, a amizade do amor e o amor da amizade,


Entre uns dedos entrelaçados de umas mãos escaldadas de coração.


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