a dos outros e a minha
“ … À medida que o tempo passa, faço cada vez a mais a vontade a quem tem a vontade como desígnio de si mesmo.
Deixo cada um ser como acha que é, e deixo-me ser a mim também. Vai resultando. Faço duas vontades na mesma deslocação, a dos outros, e a minha. A dos outros, porque não tenho na minha vontade o contrário. A minha, pela paz que me concede.
Não tento demover, promover, impor ou pensar em conjunto, pensar está em desuso, e gosto de fazê-lo sozinho. Habituei-me. Falo sozinho e tenho selectividade na escuta
Gosto de fazer duas vontades na mesma deslocação, a dos outros e a minha … “
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