A relatividade das acções
Os grandes feitos da maldade serão pequenos se a mim não me servirem, e o meu número não é universal, e o meu passado não é vertical, e o futuro não o será igualmente, porque carrego humanidade em mim, porque peso tudo o que trouxe para esta viagem, que terminará quando eu não quiser, ou quando eu mesmo achar que deve terminar. A relatividade das acções é a mera cobardia das decisões.
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