preferência

Prefiro o ilógico de escrever palavras que se transformam nalguma coisa, poesia ou não, do que a incoerência de nada escrever, sem possibilidade de nada se transformar no que quer que seja algum dia.


 


Prefiro o fingimento do poeta que a veracidade de um cobarde.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Blogger Cardílium

O pai natal foi um filho da puta

Prestianni - viva todas as cores !