Não há ais
Desfaz-se o conteúdo antes da forma,
Disforme.
Avassaladoramente irrompe no corpo adoecido,
Destrói-se a alma antes da morte.
Todos os órgãos cedem,
Decadentes,
Ao errante caminho.
Não há ais percorridos,
Ou choro por palmilhar,
Que mate a amargura de um peito arrependido.
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