Tal e qual!.
Não sei se acerto com as palavras que quero escrever. Se acerto com o que sinto. Se apenas quero justificar a minha ausência de fé (pelo menos desta fé), o meu ateísmo, o simples facto agnóstico de não ser crente.
Não sei se não pactuo com o negócio dos milagres e esta imagem apenas confirma o que sinto, ou o que não sinto. Não me sinto no direito de escrever o que me apetece por respeito a uma criança usada, pela ignorância que geralmente o fundamentalismo doa a quem gere aeducação e a amor debitado num filho /a. Fundamentalistas são todos e a crença pouco vale. A avaliar pela imagem, parece-me até caso de comissão de Proteção de Crianças e Jovens.
Quanto às pernas da mãe não vou igualmente escrever o que sinto pelo medo de não acertar com as palavras, mas bailam-me mil imagens e muitas palavras antipáticas. Tamanha ignorância padece de reeducação urgente do educador.
Seja o que for que tenha promovido esta promessa é ignorância pura. Como podem tantos fiéis do bem, e tantos seguranças do santuário, terem permitido o início e o final deste humilhante calvário?
Enquanto isso fere-me, agredi-me e enraivece-me tanta e vil ignorância debitada numa criança, que só precisa de amor …
Deixai vir a mim as crianças, porque delas é o Reino dos Céus. (Mateus 19:13-15)
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