As mãos

São as mãos. as tuas, as minhas, as nossas.


 


Não se deseja o que não se sabe existir. Desejo o que experimentei, depois, experimento o desconhecido.


 


Depois, desejo o que me apresentaste.


 


Depois, tenho o que não sabia existir e aí, confirmo a pequenez da minha sabedoria.

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