terra infertil
Rasga-me o medo de não sentir medo amparado pela coerência do que sou.
O que sou, creio e sinto é a minha essência existencial.
A verdade do que intuo acaba sempre por me arrebatar, pacificar e devolver-me ao que acredito, num ajuste permanente à verdade da minha alma. Ao meu eu existencial.
Tal qual as flores rasgam a terra infertil.
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