a mais mísera forma de amor
Somos a mais mísera forma de amor,
A forma mais afortunada de não sermos se não o querer e a quietude,
Sem elaboração terrena,
Na difícil realização despretensiosa,
De ser apenas amor de amor.
Somos a mais mísera forma de amor,
Na grandeza de um céu-aberto,
Que por ser misero é abundante,
Numa forma de amar cheia e abonada,
De um amor cálido tão raro.
A forma mais afortunada de não sermos se não o querer e a quietude,
Sem elaboração terrena,
Na difícil realização despretensiosa,
De ser apenas amor de amor.
Somos a mais mísera forma de amor,
Na grandeza de um céu-aberto,
Que por ser misero é abundante,
Numa forma de amar cheia e abonada,
De um amor cálido tão raro.
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