Palavras por ver novembro feliz
" ... Já me sabe bem este fresco da manhã por acordar a noite. Sabe a esquecimento esta primazia de não lembrar mais os rostos que se cruzaram por mim numa estação que não foi uma estação, foi somente a representação terrena da maledicência e do vernáculo sentir.
Não ajuizo, não abencou-o. Apenas me sabe bem este fresco "novembrino" e libertatário, portas meias com um Dezembro a gritar.
Embrulhada de preto e xaile, seguiu esguia e delgada no seu andar, a viúva do Zé Pexim homem do mar e do Inverno, que o inverno recolheu há três novembros atrasado..."
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