abstémio da assiduidade
“ … Começo a evaporar-me mal o sol se troca com a lua. Como se profundamente estivesse a voltar de um recobro, entre dores e confusão, anestesia e vida, morfina e amor.
Começo a evaporar-se assim que a vida me toca, entre o afecto e o desamor, entre a guerra e a paixão, entre o inferno e o pensamento, entre a solidão e, o burguês e abastado estar alienado e terreno.
Começo a evaporar-me assim que começo a habituar-me a ser presença.
Concluo assim: que sou um abstémio da assiduidade …”
Comentários
Postar um comentário