30 anos que vão de Zeca aqui
"... redondos vocábulos, somas agrestes, amigos convertidos depois da liberdade sair à rua de cravo na mão.
Resistente ao ideal da fraternidade de ser um amigo em cada esquina.
Pinto hoje o quadro que o fascismo não deixou pintar.
Em todos os acordes dedilhados nas palavras feitas de sonho, junto o poema que será vivo eternamente.
Sem vampiros
com cem índios da meia praia
continuarei o sonho de abril
recordado no sangue misturado de Zeca
que me corre nas veias..."
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