Poetisa
Pesam-me as mãos como se não tivesse braços. Os pés como se não tivesse pernas. A alma como se não tivesse corpo.
Pesam-me na isenção de vida, no acrescento de dias, na saudade militante.
Alivia-me a fiel companhia do silêncio, o contrabaixo e a generosa poetisa de olhar falecido como o meu
Comentários
Postar um comentário