Geme o vento
quando o corpo cede à ilusão do ódio,
o amor desvanece-se,
fica mórbido e doente,
renasço das trincheiras onde me embalei,
mudo de pele,
troco de livro,
cantarolo e volto a voar;
porque em mim geme o vento sem parar.
quando o corpo cede à ilusão do ódio,
o amor desvanece-se,
fica mórbido e doente,
renasço das trincheiras onde me embalei,
mudo de pele,
troco de livro,
cantarolo e volto a voar;
porque em mim geme o vento sem parar.
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