O mar à minha esquerda
O mar fica à minha esquerda, oiço-lhe o respirar, tenho a certeza pelo desenho do sol no céu. Há demasiados carros, casas, ruas e gente na cidade. Que saudade eu tenho de ver o horizonte.
Já madrugada voltei a ver com distância. O bulício labiríntico adormecera e, eu acordado a necessitar de respirar a noite e o horizonte para sobreviver.
Eu, a lua e o mar à minha esquerda, agora a respirar pesadamente.
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