Sítio nenhum
Tantas tentativas disruptivas de colocar o sol tatuado num pedaço de mim que seja.
Ao invés, ofereceu-se-me o mar numa madrugada gentil saboreada de insônia e pranto.
O muro, caiado de branco cego, continua a descansar-me as costas, entre os barcos que partem e chegam de viagem. Eu, por ali, aguardo que tenha um sítio onde pertencer.
Por vezes estou, sabendo que não pertenço
ResponderExcluirOutras, nem sei se estou ou onde estarei, se lá estivesse