manso e calmo

“… recordo os pedaços de mar embriagados de nós,


nenhum dia mesmo manso o mar esteve calmo,


nós pegávamos-lhe a brava dança da areia que os nossos corpos produziam,


pegávamos-lhe os nossos sonhos,


e mesmo calmo,


não houve nenhum dia em que o mar estivesse manso…”

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