A fome que a comida não mata
A fome que a comida não mata,
os beijos que o desejo não acaba,
a saudade que a presença alivia,
as mãos e a noite que se dão,
os corpos que adormecem dormentes,
as estrelas que entram luz adentro pelas frestas de luz incandescente,
e a manhã que espera vagarosa,
sem pressa que o dia comece,
sem destino,
sem direção,
que o suficiente é muito,
e a simplicidade a felicidade.
E é sempre assim: A fome que a comida não mata …………. e a simplicidade a felicidade.
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