Esta pele e alma

Quando a tua voz se apaga com o teu olhar, entendo que não foste mais do que uma efêmera passagem da ilusão das tuas próprias necessidades.

Confirmo a diferença entre a aceitação da honestidade do gostar, com a frontalidade que é inexistente na assertividade.

Afinal, existem apenas meras supressões de necessidades, alavancadas na disponibilidade do entendimento egoísta da desumanização da carência.

Fico feliz de ser esta pele que me afaga a alma

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