Arraso-me no silêncio ruidoso da minh'alma

Arrasas-me com essa inexistência de quem passou de amigo a indiferença.


Os meus lábios prendem-se de palavras silenciadas.


As minhas mãos vivem com a saudade de se apertarem nas tuas .


O meu corpo geme da saudade de dançar no teu.


 


 


A madrugada lembra-me o abraço e o terraço onde estas palavras e outras descritas,  poemam as minhas recordações guardadas com o teu cheiro.


A tua voz vive agora fora do meu entendimento e já não poderei sentar-me na tua mesa e ser ingenuamente eu.


Arraso-me no silêncio ruidoso da minh'alma


 

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