Nem sei o quê
São nas mãos envelhecidas que a recordo, mãe. Nas mãos que ordenaram que o céu me protegesse e o diabo se amarrasse. É na lembrança do que esqueceu, mãe, que retorno à nossa casa e me sento sob a esperança que o tempo devolva, nem sei o quê, talvez um pequeno sorriso de paz fosse suficiente.
Existe essa paz, no momento em que um filho formula a pergunta necessária: esqueces-te, mas já me perdoaste? tenho a certeza que o sorriso rasgará o rosto de uma qualquer mãe. (um humilde comentário de uma mãe que também é/foi filha)
ResponderExcluir