Raríssimas
É "raríssimo" sentir compaixão por alguém que se mexe, pensa, tem saúde e sorri. Mas começo a ser dono de uma certa simpatia pelo eng Sócrates, a ser solidário, disposto a ajudar nas suas necessidades, tal é, (começo a reconhecer) a manipulação informativa de nos fazer crer que é o maior bandido do país. Nao é nao senhor. E só mais um bandido, coitado, um bandido normal. Um homem com necessidades como os outros.
Está muito na moda ser assim. Sai muito bem. Nao vem grande mal ao mundo. É banal e corriqueiro. Tem assim tanto mal ter um bom salário, as despesas pagas, bom carro, a familia empregada e sucessão assegurada?
Bem sei que é raríssimo ser amigo de ministros e secretários de estado que nos fazem de chapéu de chuva. É raríssimo tamanho descaramento e presunção. É raríssima a prepotencia e a desumanidade de descapitalizar uma associação que cuida de crianças com doenças raras. É raríssimo ficar assim enraivecido como estou.
Ha muitas coisas rarissimas. Uma delas a expressão da senhora Paula que diz assim: "se calhar está na hora de fazer o luto pelo meu filho" se calhar está digo eu..
Mas é ao contrario. Primeiro o luto. Depois todo o respeito que devem os filhos do outros, cuidar deles como se fossem o teu. Assim, de uma forma simples, são os filhos da rarissima.
Raríssima, tamanha estupidez, falta de ética e maldade.
Espero que a justiça seja a mesma que a do Sr eng. Até começo a simpatizar com ele. Parece o unico bandido do país. Mas não é, e não é rarissimo. Há mais.
Comentários
Postar um comentário