A mortalidade anônima da poesia

A mortalidade anônima da poesia.


 


 


Nao interessa quem disse ou mandou escrever tantas palavras embaladas pela música que cada um de nós lhes confere. 


 


Interessa o que cada palavra não diz.


O que cada sílaba desdiz.


O que cada fragmento reconstrói.


O que cada lágrima ri.


O que cada momento imortaliza  .........


 


- na mortalidade anônima da poesia - 


 

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