e o demónio que me falaram?
corpo estreito,
que quando agitado é como um rio em enxurrada,
boca meiga de lábios ardentes,
na minha pele quente,
e o demónio que me falaram?
já não tem precipício por onde se mandar,
dizem as bocas do mundo,
tudo o que lhes apraz comentar,
morro assim no meu silêncio,
desta vida por executar.
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