sempre o c...............
“ … Há sempre uma época da minha vida em que afinal apreendo e aprendo alguma coisa acerca da raça humana, quanto mais não seja acerca do preço da satisfação, e da diferença de valor que o mesmo tem para a insatisfação.
Retenho de igual forma, que somos apenas imagem, e que é no escuro, do desespero, na aflição, no medo, e em tudo o que não é contentamento ou jubilo, que se revela o mais submerso mundo, aperreado ao conceito verbalizado do simples e afetuoso cumprimento:
- Olá, bom dia, está tudo bem ?
- Sim, sempre!
Sempre o c………
O val de mar foi sempre de poucas e parcas palavras, mas de bons, sábios e cirúrgicos adjectivos …“
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