Tanto
Tanto fogo e caras disformes, mar de amor por atracar num porto de coração naufragado.
Tanto peito maior que planinicie a perder de vista em terra raiana, tanto silêncio de palavras guardadas e aguardadas, de um outro peito imenso.
Tanta morada em descoberta de ruínas por edificar.
Tanto tecto. Tanto chão.
Tantos beijos. Tantas mãos.
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