As amarras foram em mim: - poesia adoentada -

Todos os medos têm o teu nome,


Todos os sorrisos têm o cheiro do teu cabelo,


 


Todas as moedas que em jeito de sétima doei,


Foram como a sopa dos pobres que pode ser azeda,


Que boca de pobre tem sabor a mulher adultera e assinalada,


 


A cegueira que me acompanhou o medo foi libertação,


Quando juntei os bocados de miséria com a minha ressurreição,


 


Fiz de deus a redução de ajustamento à sua plena verdade,


As amarras foram em mim: - poesia adoentada -

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