Não há formas de inventar o amor
Não há formas de inventar o amor – não se inventam furacões, tempestades, terramotos, tsunamis, no entanto invento-o para o manter próximo, actualizado e vivo no sufoco que mantenho no querer.
Inventar é o termo com que delimito a forma desordenada da coerência da invasão do amor.
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