não há burburinho que me brilhe no olhar
nem há mais mar que que encha de praia,
nem tempestades que se encham de mar,
nem dedos fortes que se entrelacem na esperança de erguer mundo,
nem vento que me acompanhe o coração,
desenlaçado do novelo de nós que se desfez.
não há burburinho,
não há paz que me brilhe no olhar.

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