Militância idealista
Não são os cravos a esperança, nem a madrugada.
Não são os homens, nem um deus qualquer, nem os poetas que ficaram.
A esperança, construção de cinquenta anos morre dia a dia sem enganos.
Há quem lhe conte os dias.
Fazem-me falta as madrugadas do medo, a militância idealista, o sonho.

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