Do Luiz. Do Pacheco
Sabes meu amigo, ando a ler um livro. Ontem e hoje quase o li. É daqueles que deixam o cheiro de livros nas mãos. É daqueles que me fazem cheirar os dedos por gostar do cheiro a papel e letras impressas. É daqueles que me fazem sentir calor e por vezes a coluna a eriçar-se. É daqueles que faço força para não destravar uma lágrima obtusa. É daqueles que não se conseguem deixar de ler. É daqueles onde te vês e revês. É do Luiz Pacheco. Desse odiado tão amado. Não é do prado coelho que tinha sempre 20 no comportamento. Não, não é. É do boémio. Do Luiz. Do Pacheco.
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