onde o gato vive desmaiado de preguiça
Gosto do cheiro a carpete do teu armazém contiguo à sala enfumarada da lenha que arde no fogão negro do canto onde o gato vive desmaiado de preguiça.
Gosto dos tapetes do chão e das cores das tapeçarias que forram de alma a sala onde me recebes com café, livros velhos e música.
Gosto dos cheiros com que me envolves.
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