De comum a recorrente, sempre assim foi

"... foi sempre comum, quase uma proibiçao festejar alegremente sem contenção, como se fosse desadequado ou não merecedor de alegria e, pela vida fora, o aprendizado de infância, cristalizou-se como se a normalidade da comemoração fosse pecado de sacrilegio para alguns e dádiva para outros. Assim se procedeu em todas as comemorações, em silêncio e solidão, em jeito de sobrevivência auxiliado por um qualquer alterador de mente importado de ásia ou áfrica. De comum a recorrente, sempre assim foi ..."

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